Dois times disputando o mesmo troféu: o seu bem-estar. O Visual Squash entra como árbitro e junta os times para vencerem juntos.
Ele surge nos primórdios da PNL, entre o fim dos anos 70 e início dos 80, a partir dos primeiros treinamentos de Bandler e Grinder. Ganhou formato didático ao longo dos anos 80 e se consolidou como técnica eficaz em terapia breve e coaching. No Brasil, a SBPNL ajudou a disseminar e padronizar sua aplicação nos anos 90 em diante.
Como integra as partes na prática?
Revelando que cada lado, mesmo atrapalhando, tenta proteger algo valioso. Quando você explicita esses ganhos e cria um objetivo comum mais alto, a tensão cai e o cérebro aceita novas escolhas. O gesto de “unir nas mãos” dá ao corpo um sinal claro de convergência.
Passo a passo enxuto:
- Nomeie o conflito em duas forças. Ex.: “descansar” x “entregar resultados”.
- Em cada mão, represente uma parte com imagem, cor ou peso.
- Pergunte a cada lado: “O que você quer de bom para mim?” Anote os benefícios.
- Encontre um objetivo comum acima dos dois. Ex.: “vitalidade com desempenho.”
- Pergunte: “O que cada lado pode oferecer ao outro para esse objetivo?” Reforce as imagens de cada mão com esses recursos.
- Una as mãos devagar, deixando as imagens se fundirem no centro do peito. Respire, note a sensação e teste mentalmente uma situação futura.
Se houver resistência, suba mais um nível no objetivo comum e repita. Na SBPNL, utilizamos esse processo para transformar conflitos em acordos internos sustentáveis.
Hoje, faça um mini-teste: escreva os benefícios de cada lado em dois papéis, descubra um objetivo comum e junte os papéis em um só. Observe como sua próxima decisão fica mais leve.
Desde quando o Visual Squash começou a ser utilizado como técnica eficaz para resolver conflitos internos em processos terapêuticos de PNL e como ele promove a integração entre partes conflitantes de forma prática?
Dois times disputando o mesmo troféu: o seu bem-estar. O Visual Squash entra como árbitro e junta os times para vencerem juntos.
Ele surge nos primórdios da PNL, entre o fim dos anos 70 e início dos 80, a partir dos primeiros treinamentos de Bandler e Grinder. Ganhou formato didático ao longo dos anos 80 e se consolidou como técnica eficaz em terapia breve e coaching. No Brasil, a SBPNL ajudou a disseminar e padronizar sua aplicação nos anos 90 em diante.
Como integra as partes na prática?
Revelando que cada lado, mesmo atrapalhando, tenta proteger algo valioso. Quando você explicita esses ganhos e cria um objetivo comum mais alto, a tensão cai e o cérebro aceita novas escolhas. O gesto de “unir nas mãos” dá ao corpo um sinal claro de convergência.
Passo a passo enxuto:
Nomeie o conflito em duas forças. Ex.: “descansar” x “entregar resultados”.
Em cada mão, represente uma parte com imagem, cor ou peso.
Pergunte a cada lado: “O que você quer de bom para mim?” Anote os benefícios.
Encontre um objetivo comum acima dos dois. Ex.: “vitalidade com desempenho.”
Pergunte: “O que cada lado pode oferecer ao outro para esse objetivo?” Reforce as imagens de cada mão com esses recursos.
Una as mãos devagar, deixando as imagens se fundirem no centro do peito. Respire, note a sensação e teste mentalmente uma situação futura.
Se houver resistência, suba mais um nível no objetivo comum e repita. Na SBPNL, utilizamos esse processo para transformar conflitos em acordos internos sustentáveis.
Hoje, faça um mini-teste: escreva os benefícios de cada lado em dois papéis, descubra um objetivo comum e junte os papéis em um só. Observe como sua próxima decisão fica mais leve.