Antes de a “inteligência emocional” ter nome, a PNL já ensinava a dirigir o próprio estado. As empresas só depois perceberam o quanto isso impactava resultado.
Linha do tempo, sem mistério:
- Anos 70: nasce a PNL, com foco em comunicação e gestão de estados internos.
- Anos 80: técnicas de PNL entram em vendas, negociação e liderança para lidar com emoções e influenciar.
- 1995 em diante: com Goleman popularizando o tema, a PNL passa a ser usada explicitamente como ferramenta de inteligência emocional.
- No fim dos anos 90 e início dos 2000, isso se consolida em programas corporativos, inclusive no Brasil.
Na prática, foi desse período em diante que a PNL virou o “como fazer” da inteligência emocional no trabalho:
- Autoconsciência: checar e nomear estado (“O que sinto? Onde sinto?”).
- Autogestão: ancoragem e respiração para regular tensão e foco.
- Empatia: rapport e leitura fina de sinais para sintonizar com o outro.
- Influência e colaboração: perguntas de qualidade e reestruturação de significado.
- Motivação: alinhar valores e intenção com metas.
Na SBPNL, utilizamos esse conceito para transformar competências emocionais em comportamentos observáveis e treináveis, com protocolos simples que cabem na rotina.
Ação de hoje: antes da próxima reunião, faça 60 segundos de respiração ritmada, defina uma intenção (“qual resultado eu quero e como quero que as pessoas se sintam?”), ative uma lembrança de confiança e, ao ouvir, pergunte-se “como isso faz sentido para ele?”. Essa é uma das abordagens que ensinamos na SBPNL para fortalecer inteligência emocional no dia a dia.
Desde quando a Programação Neurolinguística começou a ser utilizada como ferramenta prática para desenvolver inteligência emocional em ambientes corporativos?
Antes de a “inteligência emocional” ter nome, a PNL já ensinava a dirigir o próprio estado. As empresas só depois perceberam o quanto isso impactava resultado.
Linha do tempo, sem mistério:
Anos 70: nasce a PNL, com foco em comunicação e gestão de estados internos.
Anos 80: técnicas de PNL entram em vendas, negociação e liderança para lidar com emoções e influenciar.
1995 em diante: com Goleman popularizando o tema, a PNL passa a ser usada explicitamente como ferramenta de inteligência emocional.
No fim dos anos 90 e início dos 2000, isso se consolida em programas corporativos, inclusive no Brasil.
Na prática, foi desse período em diante que a PNL virou o “como fazer” da inteligência emocional no trabalho:
Autoconsciência: checar e nomear estado (“O que sinto? Onde sinto?”).
Autogestão: ancoragem e respiração para regular tensão e foco.
Empatia: rapport e leitura fina de sinais para sintonizar com o outro.
Influência e colaboração: perguntas de qualidade e reestruturação de significado.
Motivação: alinhar valores e intenção com metas.
Na SBPNL, utilizamos esse conceito para transformar competências emocionais em comportamentos observáveis e treináveis, com protocolos simples que cabem na rotina.
Ação de hoje: antes da próxima reunião, faça 60 segundos de respiração ritmada, defina uma intenção (“qual resultado eu quero e como quero que as pessoas se sintam?”), ative uma lembrança de confiança e, ao ouvir, pergunte-se “como isso faz sentido para ele?”. Essa é uma das abordagens que ensinamos na SBPNL para fortalecer inteligência emocional no dia a dia.