Já se pegou pisando no freio e no acelerador ao mesmo tempo? A técnica Visual Squash é como alinhar os pedais: você transforma oposição em cooperação.
Passo a passo simples:
- Nomeie as partes. Ex.: “parte que quer segurança” e “parte que quer liberdade”. Pergunte a cada uma: o que você quer de bom para mim? Como tenta me proteger?
- Coloque uma parte em cada mão. Imagine cor, forma, voz, peso. Reconheça: “Obrigado por tentar me ajudar”.
- Suba a intenção. Pergunte: se você conseguir isso, o que de ainda mais importante acontece? Repita até encontrar valores comuns (paz, saúde, realização). Isso cria um objetivo compartilhado.
- Negocie soluções. Peça a cada parte 3 novas ideias de comportamento que honrem os dois valores. Deixe surgir uma “terceira forma” que una prudência e ousadia.
- Integre no corpo. Aproxime as mãos devagar, respirando. Quando se tocarem, traga ao peito ou ao abdômen e sinta as imagens se fundirem. Instale um gesto-âncora (por exemplo, tocar os dedos) para evocar o estado integrado.
- Teste o futuro. Imagine uma situação em que antes havia conflito. Observe a nova resposta. Se algo ainda travar, volte ao passo 3 e refine a intenção comum.
Se não visualizar bem, use sensações, palavras ou objetos sobre a mesa. Duas cadeiras também funcionam. Evite julgar qualquer parte ou tentar “eliminar” uma delas; ambas têm intenção positiva. Emoções fortes? Diminua o ritmo ou procure um facilitador. Esse é um dos pilares nos treinamentos da SBPNL.
Hoje, escolha um conflito simples, faça 10 minutos com as mãos e anote uma ação que atenda as duas intenções. Teste em uma conversa real e observe a diferença.
Como posso utilizar a técnica Visual Squash da PNL para resolver conflitos internos entre duas partes diferentes da minha personalidade e alcançar um estado de harmonia emocional?
Já se pegou pisando no freio e no acelerador ao mesmo tempo? A técnica Visual Squash é como alinhar os pedais: você transforma oposição em cooperação.
Passo a passo simples:
Nomeie as partes. Ex.: “parte que quer segurança” e “parte que quer liberdade”. Pergunte a cada uma: o que você quer de bom para mim? Como tenta me proteger?
Coloque uma parte em cada mão. Imagine cor, forma, voz, peso. Reconheça: “Obrigado por tentar me ajudar”.
Suba a intenção. Pergunte: se você conseguir isso, o que de ainda mais importante acontece? Repita até encontrar valores comuns (paz, saúde, realização). Isso cria um objetivo compartilhado.
Negocie soluções. Peça a cada parte 3 novas ideias de comportamento que honrem os dois valores. Deixe surgir uma “terceira forma” que una prudência e ousadia.
Integre no corpo. Aproxime as mãos devagar, respirando. Quando se tocarem, traga ao peito ou ao abdômen e sinta as imagens se fundirem. Instale um gesto-âncora (por exemplo, tocar os dedos) para evocar o estado integrado.
Teste o futuro. Imagine uma situação em que antes havia conflito. Observe a nova resposta. Se algo ainda travar, volte ao passo 3 e refine a intenção comum.
Se não visualizar bem, use sensações, palavras ou objetos sobre a mesa. Duas cadeiras também funcionam. Evite julgar qualquer parte ou tentar “eliminar” uma delas; ambas têm intenção positiva. Emoções fortes? Diminua o ritmo ou procure um facilitador. Esse é um dos pilares nos treinamentos da SBPNL.
Hoje, escolha um conflito simples, faça 10 minutos com as mãos e anote uma ação que atenda as duas intenções. Teste em uma conversa real e observe a diferença.