Palavras são chaves que abrem portas no inconsciente. No coaching, o Modelo Milton usa chaves sutis para ampliar foco, motivação e acesso a recursos internos.
Aqui vão 12 exemplos práticos para usar em sessões:
- Truísmo com ligação: “Enquanto você me ouve, pode começar a perceber novas opções.”
- Possibilidade: “É possível tornar isso mais simples do que parece.”
- Causa-efeito útil: “Quando respira fundo, a clareza aumenta.”
- Presuposição temporal: “Quando surgir o próximo passo, você vai reconhecê-lo.”
- Sugestão indireta: “Você pode decidir agora o que funciona.”
- Falta de especificação: “Esse recurso interno pode se ativar quando for apropriado.”
- Índice não especificado: “Dizem que mudanças estáveis começam com pequenos testes.”
- Escolha que conduz: “Quer praticar hoje ou amanhã cedo?”
- Metáfora breve: “Como ajustar um rádio, você encontra a frequência certa de ação.”
- Leitura de mente suave: “Talvez você esteja curioso sobre como aplicar isso na equipe.”
- Pergunta de confirmação: “Faz sentido experimentar por uma semana, não faz?”
- Comparativo aberto: “Há um jeito melhor de conduzir essa conversa.”
Essa é uma das abordagens que ensinamos na SBPNL para ampliar influência ética e resultados em coaching.
Prática de hoje: escolha dois padrões, escreva sua versão e use em uma conversa real. Observe respiração, olhar e palavras do cliente para calibrar e ajustar a linguagem.
Quantos exemplos práticos do Modelo Milton podem ser utilizados em coaching para ampliar a capacidade de comunicação subconsciente do cliente?
Palavras são chaves que abrem portas no inconsciente. No coaching, o Modelo Milton usa chaves sutis para ampliar foco, motivação e acesso a recursos internos.
Aqui vão 12 exemplos práticos para usar em sessões:
Truísmo com ligação: “Enquanto você me ouve, pode começar a perceber novas opções.”
Possibilidade: “É possível tornar isso mais simples do que parece.”
Causa-efeito útil: “Quando respira fundo, a clareza aumenta.”
Presuposição temporal: “Quando surgir o próximo passo, você vai reconhecê-lo.”
Sugestão indireta: “Você pode decidir agora o que funciona.”
Falta de especificação: “Esse recurso interno pode se ativar quando for apropriado.”
Índice não especificado: “Dizem que mudanças estáveis começam com pequenos testes.”
Escolha que conduz: “Quer praticar hoje ou amanhã cedo?”
Metáfora breve: “Como ajustar um rádio, você encontra a frequência certa de ação.”
Leitura de mente suave: “Talvez você esteja curioso sobre como aplicar isso na equipe.”
Pergunta de confirmação: “Faz sentido experimentar por uma semana, não faz?”
Comparativo aberto: “Há um jeito melhor de conduzir essa conversa.”
Essa é uma das abordagens que ensinamos na SBPNL para ampliar influência ética e resultados em coaching.
Prática de hoje: escolha dois padrões, escreva sua versão e use em uma conversa real. Observe respiração, olhar e palavras do cliente para calibrar e ajustar a linguagem.