Numa reunião tensa, o gestor disse: “Vamos explorar algumas possibilidades que façam sentido para todos.” O clima mudou. As pessoas respiraram, falaram mais e melhor.
O Modelo Milton é um jeito intencional de falar que reduz resistência, amplia perspectivas e convida o outro a preencher os espaços com o que é importante para ele. É linguagem permissiva, respeitosa e orientada a acordo.
Onde aplicar no trabalho, com exemplos práticos:
- Briefings e alinhamentos: “O que seria um resultado que você ficaria satisfeito em ver?”
- Feedbacks difíceis: “Talvez possamos considerar formas mais fáceis de você alcançar esse padrão.”
- Mediação de conflitos: “O que ambos já valorizam e que podemos preservar enquanto ajustamos o resto?”
- Reuniões e brainstorming: “Quais ideias começam a surgir quando pensamos em tornar isso mais simples?”
- Engajamento da equipe: “De que maneiras cada um pode contribuir, do seu jeito, nos próximos dias?”
- Negociação interna: “O que precisa estar presente para isso funcionar bem para você e para o time?”
- Mudanças e transições: “Como podemos tornar essa mudança mais leve para todos que estão vivendo isso?”
- Atendimento interno: “O que já está funcionando que podemos ampliar?”
Padrões úteis para soar colaborativo:
- Acolha e valide: “Faz sentido que você esteja vendo assim.”
- Expanda sem pressionar: “Talvez haja outros jeitos de olhar que sejam úteis.”
- Perguntas abertas e inclusivas: “O que seria um próximo passo razoável?”
- Convites leves à ação: “Conforme você pensa nisso, note o que já pode começar.”
Sequência simples em conversas difíceis:
- Acolher: “Entendo sua preocupação.”
- Ampliar com linguagem permissiva: “Talvez existam alternativas que ainda não consideramos.”
- Direcionar para acordo: “Qual opção começa a fazer mais sentido para testarmos primeiro?”
Esse é um dos pilares nos treinamentos da SBPNL: unir empatia, precisão e influência ética. Use o vago para abrir, o específico para fechar acordos.
Experimente hoje: em uma conversa, troque “O problema é…” por “O que começaria a funcionar melhor se…?” Observe como o outro participa mais. Se quiser aprofundar, é algo que desenvolvemos nos cursos da SBPNL.
Aonde o Modelo Milton pode ser utilizado para melhorar a comunicação interpessoal no ambiente de trabalho, promovendo um clima mais colaborativo e empático entre os colaboradores?
Numa reunião tensa, o gestor disse: “Vamos explorar algumas possibilidades que façam sentido para todos.” O clima mudou. As pessoas respiraram, falaram mais e melhor.
O Modelo Milton é um jeito intencional de falar que reduz resistência, amplia perspectivas e convida o outro a preencher os espaços com o que é importante para ele. É linguagem permissiva, respeitosa e orientada a acordo.
Onde aplicar no trabalho, com exemplos práticos:
Briefings e alinhamentos: “O que seria um resultado que você ficaria satisfeito em ver?”
Feedbacks difíceis: “Talvez possamos considerar formas mais fáceis de você alcançar esse padrão.”
Mediação de conflitos: “O que ambos já valorizam e que podemos preservar enquanto ajustamos o resto?”
Reuniões e brainstorming: “Quais ideias começam a surgir quando pensamos em tornar isso mais simples?”
Engajamento da equipe: “De que maneiras cada um pode contribuir, do seu jeito, nos próximos dias?”
Negociação interna: “O que precisa estar presente para isso funcionar bem para você e para o time?”
Mudanças e transições: “Como podemos tornar essa mudança mais leve para todos que estão vivendo isso?”
Atendimento interno: “O que já está funcionando que podemos ampliar?”
Padrões úteis para soar colaborativo:
Acolha e valide: “Faz sentido que você esteja vendo assim.”
Expanda sem pressionar: “Talvez haja outros jeitos de olhar que sejam úteis.”
Perguntas abertas e inclusivas: “O que seria um próximo passo razoável?”
Convites leves à ação: “Conforme você pensa nisso, note o que já pode começar.”
Sequência simples em conversas difíceis:
Acolher: “Entendo sua preocupação.”
Ampliar com linguagem permissiva: “Talvez existam alternativas que ainda não consideramos.”
Direcionar para acordo: “Qual opção começa a fazer mais sentido para testarmos primeiro?”
Esse é um dos pilares nos treinamentos da SBPNL: unir empatia, precisão e influência ética. Use o vago para abrir, o específico para fechar acordos.
Experimente hoje: em uma conversa, troque “O problema é…” por “O que começaria a funcionar melhor se…?” Observe como o outro participa mais. Se quiser aprofundar, é algo que desenvolvemos nos cursos da SBPNL.