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Na mídia
10 dicas para fazer amigos no carnaval
18/02/2012 - 16h48 - SBPNL

Seja para se entrosar na folia, na viagem do feriado ou para puxar papo com quem está ao seu lado, siga nossas dicas

Vai viajar, cair na farra ou ficar em casa mesmo? Mesmo se você não estiver com um grupo de amigos ou na companhia certa, não tem desculpa para não se divertir com outras pessoas.

O iG entrevistou especialistas em relacionamento para ajudar você a deixar a timidez de lado e fazer amigos nesse Carnaval.

1 – Saia da zona de conforto.
“É preciso ir para onde tem gente, ir atrás do agito”, diz Alexandre Bortoletto, instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL). Ou seja, não adianta ficar em casa ou no quarto de hotel. Festas, blocos e bares são bons lugares para encontrar gente.

2 – Que tipo de pessoa você procura?
Qual a companhia perfeita para você? Baladeiros, viajantes, zen? Saber quem faz bem para você é o primeiro passo. “Até para chegar ao tipo de pessoa que eu quero conhecer eu preciso ter noção dos meus valores”, diz Bortoletto.

3 – Procure os receptivos
Para achar novos amigos, procure espaço. “Grupos não fechados, que tenham espaço aberto, vão ser mais receptivos”, diz o dating coach Rodrigo Farah, colunista do Delas. “Para se enturmar, não dê atenção a só uma pessoa do grupo. Tente conquistar a todos. Você acaba incorporado ao grupo.”

3 – Fale a língua do outro
“Ao encontrar alguém legal, aproxime-se com respeito pelo modelo de mundo dela, não pelo seu. Se a pessoa é mais introvertida, não adianta chegar chegando”, diz Bortoletto. Observe como a pessoa anda, fala, dança e tente se sintonizar com o jeito dela.

4 – Inventando assuntos
Antes de mais nada, preste atenção no que o grupo do qual você quer se aproximar está falando, verifique se alguém está lendo alguma coisa ou algum outro gancho que ajude a puxar assunto, como um bottom na mochila, por exemplo. “Aí, é só entrar no assunto, acrescentando alguma coisa nova. Para não parecer intrometido, é melhor fazer perguntas. A pessoa que responder se sente útil e isso gera empatia”, diz Rodrigo. Se estiver sozinho procurando um cantinho no balcão do bar ou um lugar na mesa do cruzeiro, por exemplo, a abordagem é direta. “Com um sorriso, peça para participar da atividade, seja o jantar ou rodinha de violão na praia. A partir daí, sistematicamente entre na conversa”, afirma o dating coach. A própria folia do carnaval é sempre um bom quebra-gelo, sobretudo com pessoas visívelmente empolgadas com a festa.

5 - Evite estados alterados de consciência
Álcool atua como um desinibidor social, mas o exagero é garantia de ressaca moral. “Sair do seu eixo na frente de alguém que você não conhece e com quem você pode querer conversar no dia seguinte acaba com suas chances.

6 – Pare de se comparar aos outros
Foque nas suas qualidades. Sempre vai ter alguém mais sarado, mais alto, mais bem vestido, mais bonito. E daí? Ficar se comparando vai fazer você perder tempo e desanimar. Aposte nos seus pontos fortes e valorize o que você tem de melhor para chamar a atenção.

7 – Invista nos três canais de comunicação
São eles visual, auditivo e cinestésico. “Mostre-se, fale, toque”, exemplifica Bortoletto. Para explorar o outro se expressa e usar o mesmo canal

8 – Não faça tipo
Não adianta parecer a pessoa mais legal e interessante se você não está sendo autêntico. Quem não gosta de axé vai sofrer para requebrar ao ritmo de Ivete Sangalo só para se enturmar. “Seguir seus instintos, confiar em você. Mesmo por trás da máscara de carnaval, a essência a gente nunca perde”.

9 – Pergunta é a melhor resposta
Às vezes as perguntas mais bobas, como o que a pessoa gosta de fazer no tempo livre, por exemplo, são as mais eficazes. Puxar papo com perguntas permite que o outro fale – quem não gosta de falar de si mesmo?

10 – Manter contato
Gostou do papo? Quer esticar a convivência para depois da quarta-feira de cinzas? Proponha um programa ou encontro depois, ligado aos interesses em comum que vocês descobriram. “Se a pessoa também gostou da sua companhia, é automático ela pedir seus contatos”, diz Rodrigo. Ou peça na cara-dura e seja feliz. O que você tem a perder?

Fonte: IG 

 

Artigos
A educação dos filhos
02/02/2012 - 14h02 - SBPNL

As intensas mudanças e a rapidez com que acontecem aumentam a defasagem entre a quantidade de informações que recebemos e a nossa capacidade de absorvê-las, gerenciá-las.

Isso vem afetando os diversos segmentos da sociedade, principalmente a educação. Os grandes responsáveis pela educaçâo da criança, do adolescente, não estão sabendo como lidar, como desempenhar o seu papel de forma assertiva e equilibrada.

Há trinta, quarenta anos, a tarefa de criar filhos era aparentemente simplificada pela existência de regras, tradições inquestionáveis, como por exemplo:

-Criança näo dá palpite!

-Criança tem que obedecer aos pais!

-Criança não tem querer!

Era uma espécie de código de educação. Mas hoje essas formas tradicionais de criar filhos foram profundamente questionadas através de inúmeras teorias desenvolvidas por especialistas no assunto de “como criar filhos". Muitas dessas teorias são confusas e às vezes contraditórias, aumentando a distância entre teoria e prática.

O que observamos no decorrer desses anos é a falência da autoridade dos pais em casa e dos professores na sala de aula.

A falta de tempo, a insuficiência de recursos financeiros e a orientação inadequada dos pais são alguns dos fatores que dificultam o processo educativo.

Dispor ou não de tempo é também uma questão de O QUE e COMO fazer. Não se trata simplesmente de estar juntos. É preciso ter em mente que mesmo pouco tempo com os filhos é importante, precisa ter qualidade para adubar e nutrir esse período de desenvolvimento da personalidade. Quanto mais tempo com qualidade dedicar a seus filhos, melhores serão os resultados.

Educar os filhos hoje é uma tarefa complexa, e para desempenharmos bem um papel, uma tarefa, é preciso preparo e treinamento.

Estudamos muitos anos para exercer uma profissão, e a cada ano continuamos aprendendo e nos aperfeiçoando profissionalmente, nos adaptando às mudanças no mercado, no mundo corporativo.

No entanto, para ser pais e mães, na maioria das vezes a única bagagem de que dispomos é nossa própria experiência com eles, nossa sensibilidade, a força do nosso amor e o propósito de fazer o que os nossos pais fizeram (ou exatamente o oposto).

Embora tudo isso seja indispensável, não é o bastante, não é o suficiente.

Não existe receita para ser pai e mãe, mas há atitudes educativas e deseducativas que podem facilitar ou dificultar o bom desenvolvimento psicológico e emocional da criança.

Cada fase do desenvolvimento da criança, do adolescente, precisa ser compreendida e respeitada, uma vez que cada etapa serve de base para a próxima. Por isso é necessário estarmos cada vez mais preparados para essa nova realidade.

Se você já tem filhos e percebe que “faz muita coisa errada", ou tem dúvidas de como deve agir, respire fundo, faça algo diferente, pois se continuar fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo o que sempre obteve. E vamos em frente pois há muito para aprender. Procure ajuda e orientação adequadas.

Educar não é mudar alguns comportamentos num momento de crise; é um processo que leva a vida toda. Ser pai e mãe é apresentar a criança a si mesma e ao mundo com atenção, carinho, respeito e limites.

“Todo ser humano é um educador em potencial, pois já nasce aprendiz."

* Walkyria Coelho é psicóloga e instrutora da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

Na mídia
Use a inteligência social para alavancar sua carreira
27/01/2012 - 13h17 - SBPNL

Veja dicas de especialistas para se relacionar melhor e ganhar pontos no ambiente de trabalho

Que tal transformar todas as horas gastas em redes sociais num instrumento poderoso para achar uma oportunidade de trabalho incrível? Já pensou em usar sua habilidade como ombro amigo para conseguir um aumento? Habilidades como essas tornam-se competências fundamentais para avaliar sua inteligência social, um conceito novo definido como a capacidade de lidar com as outras pessoas e entender os sentimentos alheios.

Cada vez mais valorizadas em ambientes de trabalho, as habilidades sociais podem ser a diferença entre crescer profissionalmente ou permanecer estagnado. “Se um gênio acadêmico ou técnico aumenta sua habilidade social, torna-se um profissional imbatível”, afirma Alexandre Bortoletto, instrutor da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística. O conceito é um desdobramento e uma ampliação da teoria das inteligência múltiplas do psicólogo norteamericano da Universidade de Harvard, Howard Gardner. No livro "Estruturas da Mente", Gardner descreve inteligência como a capacidade humana de criar e de resolver problemas e afirma que existem vários tipos de inteligência, todos igualmente importantes.

A teoria das inteligências múltiplas já deu origem a pelo menos um best seller, "Inteligência emocional", de Daniel Goleman, que fez sucesso nos anos 1990. Nesse seu novo livro “Inteligência Social”, Daniel Goleman, afirma que o modo como interagimos influencia nosso comportamento e o funcionamento do corpo, com impactos até na neuroquímica do humor, por exemplo. Além de literalmente, fazer bem para nós, valores positivos, como empatia, altruísmo e generosidade têm poder de nos conectar com outras pessoas e trazem ganhos sociais. E a melhor maneira de desenvolvê-los é praticando. “Mudanças grandes de ambiente são necessárias para desenvolver habilidade sociais”, diz Bortoletto.

A professora doutora da FEA-SP e coordenadora do Programa de Vida e Carreira, Tania Casado, no entanto, embora cautelosa em relação a 'termos da moda', concorda. Habilidades sociais, interesse pelos outros e capacidade de estabelecer relações são e sempre foram importantes nas empresas.

Agora preste atenção nas dicas dos especialistas para melhorar suas habilidades sociais no trabalho:


Tente imaginar como as pessoas vêem você
Não existe um padrão para uma apresentação pessoal correta: isso depende do meio profissional. Terno bem cortado, postura e linguagem formal podem destoar num ambiente mais descolado, como uma agência de design. A regra é mimetizar. Se quiser ser sempre convidado para o almoço com o pessoal do escritório (e lembrado em projetos e indicações para vagas no futuro), preste atenção na forma que as pessoas se vestem, falam e os assuntos preferidos. Mesmo que não sejam os seus, vale a pena fazer pequenos ajustes.

Além do networking, tente causar impressões positivas
Fazer e manter contatos profissionais são componentes da inteligência social, mas não dizem tudo. Todo contato precisa ser associado a uma experiência positiva com o outro. Emails ou ligações inconvenientes podem mais fazer estrago do que trazer benefícios.
Ter um elogio pertinente a algum trabalho recente na ponta da língua ou fazer um comentário interessante podem ajudar o outro a lembrar de você positivamente. “Não significa bajular. A melhor forma de não ser mal interpretado é ter um plano de ação para seu crescimento pessoal”, diz Richeli Sachetti, coach e instrutora da Sociedade Brasileira de Coaching.

Empatia é a palavra-chave para se aproximar de alguém.
“Se uma pessoa que fala muito rápido, ao conversar com uma outra, que fala muito devagar, conseguir desalecerar, também vai conseguir entrar na mesma sintonia do outro”, lembra Alexandre. É o tal do “rapport”, expressão francesa que significa estabelecer uma conexão. Uma dica de João Oliveira é escutar mais do que falar. “A briga começa porque alguém interrompe o outro. Quem tem escuta passiva é amigo de todo mundo”, diz o especialista. 
A professora Tania Casado lembra que o sucesso de uma rede profissional depende da simetria na relação. “Ninguém constrói uma rede sem ter reputação e reciprocidade. Não adianta querer que a rede se mobilize a seu favor, se você não se coloca a disposição dela”, afirma. Ou seja, é preciso ser generoso e disponível para poder contar com os outros. “Isso transmite éticas e valores, porque ninguém chega lá sozinho”, lembra Sachetti.

Mantenha-se conectado com o mundo e use as redes sociais com inteligência
Redes sociais são uma ótima oportunidade para alimentar a engrenagem social a favor da carreira. São um poço de informações sobre cultura organizacional das empresas, perfis profissionais e pessoais, que podem ser usadas para estreitar laços e se adaptar a ambientes. Como num happy-hour, o clima é informal e mais próximo, mas deve-se ter cuidado com gafes, já que o vexame online nem sempre pode ser deletado. É importante saber ser relevante também. “Quem não tem algum amigo que só posta bobagens? Correntes, solicitações, recomendações: as pessoas perderam a noção e abusam, tratam a rede de relacionamentos com pouco respeito”, afirma Tania. Postar conteúdo de qualidade e ser atencioso com as pessoas é o melhor caminho para se tornar referência e ganhar influência.

Descubra o que o seu corpo fala
João Oliveira, autor do livro “Saiba Quem Está à Sua Frente” (Wak Editora), é especialista em linguagem corporal e dá cinco dicas para você pôr em prática no trabalho. “A mais importante é mover menos as mãos. Quem mexe muito as mãos demonstra ignorância lingüística, faltam símbolos verbais”, diz Oliveira. Sorrir é importante, mesmo que o sorriso não seja 100% espontâneo. “As pessoas correspondem”, diz. Mantenha a postura e o ângulo da cabeça em 90º. “Isso demonstra que você é seguro de si.” Ao andar, o ideal é não balançar os braços. Por fim, numa entrevista ou reunião, não bloqueie com bolsa e objetos o caminho entre você e o interlocutor.

Saiba falar, ouvir e, sobretudo, perguntar
Feedback no fundo é como um jogo onde é preciso saber falar, ouvir e perguntar. “Se eu me relaciono bem, escuto melhor meu colega, recebo e dou feedback melhor”, afirma Bortoletto. Richeli Sachetti, coach e instrutora da Sociedade Brasileira de Coaching, afirma que muitas vezes saber onde melhorar é um enigma. “Quando a pesssoa não sabe em qual aspecto ela precisa melhorar, precisa pedir feedbacks específicos”, diz Sachetti. Em outras palavras, quanto mais concretos os exemplos de atitudes e comportamentos que devem ser trabalhados, maiores as chances do feedback trazer mudanças concretas. É preciso saber falar e ouvir de forma racional, de maneira não ofensiva e sem levar comentários para o lado pessoal. “Receber e dar feedbacks são dois lados do mesmo aprendizado. Quem sabe receber críticas e feedback também sabe dar feedback. Eu melhoro para ouvir quando eu aprendo a falar”, recomenda Bortoletto.

Fonte: IG 

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