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Autoestima nota 10: Técnica de Programação Neurolinguística ensina como desenvolver o amor-próprio
02/05/2012 - 10h56 - SBPNL
Você é aquele tipo de pessoa que vê a vida cinza a maior parte do tempo? E aqueles momentos em que você se olha no espelho e se acha o máximo são cada vez mais raros? Você não está sozinho. Através da Programação Neurolinguística (PNL) é possível aprender a enxergar o copo meio cheio e valorizar nós mesmos e a imagem que passamos ao mundo. Problemas de autoestima são tão comuns que já existem até cursos que ensinam a usar a programação neurolinguística para elevarmos a nossa autoestima.
Gostar de si mesmo pode soar quase como uma habilidade. Afinal, a nossa tendência, geralmente, é não valorizarmos aquilo que temos de melhor. De acordo com Rebeca Fischer, psicóloga e instrutora da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL), "autoestima é o quanto você gosta de você mesmo. Claro que ela é flutuante, ou seja, tem dias em que você se adora, tem outros em que não se suporta. O ideal é manter-se na primeira situação a maior parte do tempo. A autoestima influencia nossas vidas à medida em que tomamos decisões baseadas no quanto nos valorizamos. Por exemplo, se não estamos bem, acreditamos que não conseguiremos atingir nossas metas, que não merecemos e isso tudo vai determinar o que faço para conseguir ou mesmo sabotar a mim mesma".
A PNL é, como o nome já diz, uma programação da linguagem do nosso cérebro. Ou seja, da maneira como ele enxerga as coisas. "PNL é, em outras palavras, o Manual de Instrução do Proprietário. Nascemos sem um e muitas vezes não sabemos o que fazer para nos sentirmos bem, para darmos certo na vida. A PNL nos ajuda neste sentido. O objetivo é facilitar a vida do ser humano, pois quando sabemos como funcionamos, podemos escolher como nos sentir e fazer isso acontecer. Ela é indicada quando estamos 'estacionados' na vida, quando não sabemos o que fazer, quando queremos resolver questões que envolvem medos, fobias, traumas, enfim, experiências negativas que estejam nos impedindo de ser feliz", diz Rebeca.
A PNL também é indicada para resolver questões relacionadas à autoestima. Segundo a psicóloga "ela é indicada quando existem insatisfações em quaisquer áreas da vida do ser humano. A PNL ajuda a elevar a autoestima através de técnicas fáceis para mudar comportamentos, pensamentos e ações. A PNL pode ser usada para aumentar autoestima, pois facilita o entendimento do que podemos fazer para tanto. Pode, inclusive, funcionar como uma terapia, porém é mais rápida do que convencionalmente entende-se por terapia. É mais prática, objetiva e chega mais facilmente ao ponto que impede, muitas vezes, o crescimento do indivíduo".
Para aplicar a PNL com o objetivo de elevar a autoestima, é preciso, primeiro, aprender como ela funciona. Para isso, a SBPNL está oferecendo um curso de, literalmente, autoestima. "O curso apresenta conceitos e exercícios com o intuito de aumentar a autoestima dos participantes. Ele é destinado para todas as pessoas que desejam conhecer a si mesmas ou elevar a sua autoestima", diz Rebeca, instrutora do curso.
Se quiser mais informações sobre o curso, ligue (11) 3887.4000 ou mande email para comercial@pnl.com.br.
Artigos
Felicidade
27/04/2012 - 13h06 - Rebeca Fischer
O que é a felicidade para você? Saúde, amor, realização profissional, paz, fortuna?
Posso ser feliz com muito ou pouco dinheiro, sozinho ou acompanhado, em forma ou acima/abaixo do peso desejado. Tudo depende da minha ideia de felicidade, que é bastante subjetiva.
A felicidade a meu ver é um conjunto de estados positivos. Por esse motivo ela parece ser instável: um dia estamos mais insatisfeitos com nossa vida profissional ou relacionamento amoroso e isso nos desequilibra. Só que a felicidade não se perde, o que perdemos é o foco. Se estamos centrados nos estados positivos conseguimos encontrar recursos para melhorar essa área da vida que não está tão legal.
E o conceito de felicidade muda ao longo da vida, junto com os nossos valores. É muito difícil uma pessoa que pense da mesma forma aos 15, 30 e 45 anos. Mesmo que para mim o mais importante seja minha realização profissional, o conceito dessa realização transforma-se com o tempo. O conceito de felicidade se atualiza junto com nossos valores, que não são estáticos.
Por isso, devo ser feliz agora. Não é necessário esperar que esteja com a conta bancária que desejo, com o peso perfeito, no estado civil que me parece mais agradável. Quando a pessoa está feliz não precisa de aprovação social. Não é deixar pra lá, mas não se deixar influenciar pelo que os outros dizem que é importante.
Procrastinar a felicidade está diretamente ligada ao medo da mudança. Mudanças requerem atitudes de movimento, o que dá trabalho e pode causar insegurança. Então as pessoas se recusam a fazer as pequenas mudanças que melhorariam seu estado atual e procrastinam a vida esperando a chegada desses grandes marcos sociais. É preciso ser feliz agora, hoje, como se está, seja desempregada, solteira, com dívidas, acima do peso... Se consigo ser feliz assim tenho forças para realizar as mudanças que acredito necessárias para aumentar ainda mais a minha felicidade.
É interessante perceber que a felicidade é um estado interno, acontece de dentro pra fora. É como a autoestima: não adianta fazer um banho de loja e receber mil elogios se você não acredita que seja atraente. E o que precisamos para ser feliz nem sempre está nesse pacote de conquistas externas que a sociedade prega. Quando investimos na nossa autoestima paramos de nos preocupar com as exigências externas e focamos no que é importante no nosso ponto de vista.
Essencial, para ser feliz, é saber como você funciona. Assim é possível saber que, se acordei indisposta, essa indisposição tem a função de me mostrar que algo não vai bem no meu corpo, e não que a minha vida não me traz felicidade. Quem não se conhece bem se sente vítima de fatores externos que fogem a seu controle. É preciso entender como funcionamos para saber onde buscar a felicidade dentro de nós mesmos.
Rebeca Fischer é instrutora da SBPNL - Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística
Na mídia
Psicólogo diz que “a arte de enrolar” é da natureza humana
24/04/2012 - 14h53 - SBPNL
No dia 24 de abril, o 2 em 1, da rádio Transamérica recebeu o psicólogo, hipnoterapeuta e instrutor da SBPNL Alexandre Bortoletto para desmistificar porque as pessoas falam uma coisa querendo dizer outra.
De acordo com o especialista, dar voltas e não ir direto ao ponto é da natureza humana. “Nossa mente é subjetiva e o ser humano é um bichinho complicado mesmo”, brincou.
Durante o programa, Alexandre afirmou que se comunicar requer cuidado, pois muitas vezes você pode ser interpretado de maneira errada. “Sua intenção pode até ser boa, mas dependo do jeito como você fala a outra pessoa vai entender aquilo de maneira positiva ou negativa, nunca com neutralidade”, disse. O psicólogo falou ainda que é função do interlocutor esclarecer a mensagem que se quer passar.
A ouvinte Lívia, de Salvador/BA, participou por telefone e contou que certa vez uma amiga ficou chateada quando ela falou que não gostou da roupa que a outra estava usando e, segundo o convidado, apesar dos aborrecimentos, falar a verdade é sempre a melhor opção. “Ser assertivo, falar a coisa certa e na hora certa mantém a relação e pode ser útil com o passar do tempo, por incrível que pareça.”